segunda-feira, 16 de novembro de 2009
domingo, 8 de novembro de 2009
Exercicio B.15 Recolha de informação através de uma petição on-line
Exercicio B. 15
Petição em linha
Tema : acesso a defecientes motores
http://new.petitiononline.com/cgi-bin/create_petition.cgi
Petição em linha
Tema : acesso a defecientes motores
http://new.petitiononline.com/cgi-bin/create_petition.cgi
Exercício B. 16
Pesquisa on-line de informação sobre investigação científica, obras e currículos de investigadores

a) Portal “ Plataforma Nacional de Ciência e Tecnologia “ - Plataforma DeGóis
http://www.degois.pt
A Plataforma de Curricula DeGóis é um instrumento de recolha, disponibilização e análise da produção intelectual, científica e outras informações curriculares dos Investigadores Portugueses. Consiste num portal cujas principais funcionalidades são a gestão individual do curriculum por parte do utilizador, a consulta de indicadores, a visualização de curricula mediante pesquisas baseadas em critérios relacionados com o conteúdo do curriculum e a administração institucional.
Curriculum DeGóis
O sistema de gestão de curricula (curriculum DeGóis) permite ao investigador que regista o seu curriculum introduzir os seus dados pessoais, o seu endereço, tanto pessoal como institucional, a sua formação académica, as suas actividades profissionais, línguas faladas, prémios e títulos obtidos e linhas de investigação, bem como todos os tipos de produção científica, e a descrição detalhada dos projectos de investigação em que esteve ou está envolvido. Permite também informar sobre orientações e participações em júris em que colaborou.
Plataforma DeGóis é propriedade da FCT, organismo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que, através de um protocolo quadripartido entre a FCT, o Ministério da Ciência e Tecnologia Brasileiro, o laboratório Gávea do Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho e o grupo Stela da Universidade Federal de Santa Catarina no Brasil, garante a manutenção dos princípios básicos da Plataforma DeGóis, e estabelece a forma jurídico-institucional com que o projecto será desenvolvido.
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
A missão da FCT é promover continuadamente o avanço do conhecimento científico e tecnológico em Portugal, explorando oportunidades que se revelem em todos os domínios científicos e tecnológicos de atingir os mais elevados padrões internacionais de criação de conhecimento, e estimular a sua difusão e contribuição para a melhoria da educação, da saúde e do ambiente, para a qualidade de vida e o bem estar do público em geral.
b) Portal “ Scien TI – rede Internacional de Fontes de Informação e conhecimento para a gestão de Ciência, tecnologia e Inovação”
http://www.scienti.net/php/index.php?lang=pt
ScienTI é uma rede pública de fontes de informação e conhecimento que, com o objectivo de contribuir para a gestão da actividade científica, tecnológica e de inovação, promove um espaço público e cooperativo de interacção entre os actores dos sistemas e comunidades nacionais de ciência, tecnologia e inovação dos países membros; que são: Argentina , Brasil , Chile , Colombia, Cuba , Equador , México , Panamá , Paraguay , Peru , Portugal e Venezuela.
Os princípios de concepção, desenvolvimento, disponibilização e operação das Fontes de Informação da Rede SCienTI prevêem o atendimento às necessidades dos diversos actores ligados à CT&I, como pesquisadores, estudantes, gestores, etc.
Tanto a captura e formação das informações nacionais de CT&I, como sua divulgação pela Web, são flexíveis às decisões de cada participante da Rede SCienTI. Na origem das informações está o processo com que cada país deverá organizar seus dados nacionais.
O conjunto de sistemas, bases de dados e portais desenvolvidos no âmbito da Rede SCienTI forma a arquitectura integrada dos seguintes componentes de Fontes e Tecnologia da Informação:
O site tem um motor de busca e diferentes fontes de informação, tais como:
Bases de currículos nos países
http://www.scienti.net/php/level.php?lang=pt&component=17&item=121
SciELO
http://search.scielo.org/?q=(Ciencia%20OR%20Science)%20AND%20(Tecnologia%20OR%20Technolog$)%20AND%20(Innova$%20OR%20Inova%E7$)%20&where=ORG
O site tem três idiomas, castelhano, inglês e português.
c)Canal “euroCRIS – current Research Information Sytems “
http://www.eurocris.org/
euroCRIS
A associação de profissionais especialistas, CRIS e guardião da CERIF é dedicada à melhoria da disponibilidade de informações da investigação. Os membros euroCRIS trabalham em conjunto para melhorar a forma de utilização avançada das TIC para melhorar a disponibilidade de pesquisa de informação e qualidade - utilizando banco de dados avançado, conhecimentos, processos , interface de usuário, computação e tecnologias GRID. A euroCRIS trabalha com seus parceiros estratégicos para "espalhar a palavra 'informações sobre a investigação e a sua importância.
A euroCRIS é uma associação sem fins lucrativos e tem como objectivo ser o ponto de referência internacionalmente reconhecido por todas as questões relativas à Current Research Information Systems (CRIS).
A associação possui uma marca registada e presença na Internet (www.eurocris.org), que também fornece as informações de contacto oficial. A associação reúne especialistas no domínio da CRIS.
A euroCRIS é dedicada à melhoria da disponibilidade de informações da investigação. A associação é guardião da Comum Europeu de Informações de Investigação (CERIF). Há uma norma internacional para a CRIS, que é uma recomendação da União Europeia aos Estados-Membros. A euroCRIS estimula a aplicação do CERIF-CRIS compatível. Objectivo final é implementar todas as CRIS relevantes (relacionados) de sistemas progressivamente sobre uma plataforma GRID, a fim de obter vantagem máxima para a investigação europeia em todos os níveis.
Na realização desta missão capitaliza euroCRIS sobre a evolução internacional no domínio da ciência e da política de ciência, nomeadamente com referência ao Espaço Europeu da Investigação (ERA) e a evolução das necessidades das partes interessadas.
d) Da análise dos três sites verifiquei que são todos muito importantes para auxiliar o investigador em geral, mostrando ter solidez. São apoiados e financiados também pelos diferentes Estados intervenientes, nomeadamente o Português através do Ministério da Ciência, tecnologia e do ensino superior.
Pesquisa on-line de informação sobre investigação científica, obras e currículos de investigadores

a) Portal “ Plataforma Nacional de Ciência e Tecnologia “ - Plataforma DeGóis
http://www.degois.pt
A Plataforma de Curricula DeGóis é um instrumento de recolha, disponibilização e análise da produção intelectual, científica e outras informações curriculares dos Investigadores Portugueses. Consiste num portal cujas principais funcionalidades são a gestão individual do curriculum por parte do utilizador, a consulta de indicadores, a visualização de curricula mediante pesquisas baseadas em critérios relacionados com o conteúdo do curriculum e a administração institucional.
Curriculum DeGóis
O sistema de gestão de curricula (curriculum DeGóis) permite ao investigador que regista o seu curriculum introduzir os seus dados pessoais, o seu endereço, tanto pessoal como institucional, a sua formação académica, as suas actividades profissionais, línguas faladas, prémios e títulos obtidos e linhas de investigação, bem como todos os tipos de produção científica, e a descrição detalhada dos projectos de investigação em que esteve ou está envolvido. Permite também informar sobre orientações e participações em júris em que colaborou.
Plataforma DeGóis é propriedade da FCT, organismo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que, através de um protocolo quadripartido entre a FCT, o Ministério da Ciência e Tecnologia Brasileiro, o laboratório Gávea do Departamento de Sistemas de Informação da Universidade do Minho e o grupo Stela da Universidade Federal de Santa Catarina no Brasil, garante a manutenção dos princípios básicos da Plataforma DeGóis, e estabelece a forma jurídico-institucional com que o projecto será desenvolvido.
Fundação para a Ciência e a Tecnologia
A missão da FCT é promover continuadamente o avanço do conhecimento científico e tecnológico em Portugal, explorando oportunidades que se revelem em todos os domínios científicos e tecnológicos de atingir os mais elevados padrões internacionais de criação de conhecimento, e estimular a sua difusão e contribuição para a melhoria da educação, da saúde e do ambiente, para a qualidade de vida e o bem estar do público em geral.
b) Portal “ Scien TI – rede Internacional de Fontes de Informação e conhecimento para a gestão de Ciência, tecnologia e Inovação”
http://www.scienti.net/php/index.php?lang=pt
ScienTI é uma rede pública de fontes de informação e conhecimento que, com o objectivo de contribuir para a gestão da actividade científica, tecnológica e de inovação, promove um espaço público e cooperativo de interacção entre os actores dos sistemas e comunidades nacionais de ciência, tecnologia e inovação dos países membros; que são: Argentina , Brasil , Chile , Colombia, Cuba , Equador , México , Panamá , Paraguay , Peru , Portugal e Venezuela.
Os princípios de concepção, desenvolvimento, disponibilização e operação das Fontes de Informação da Rede SCienTI prevêem o atendimento às necessidades dos diversos actores ligados à CT&I, como pesquisadores, estudantes, gestores, etc.
Tanto a captura e formação das informações nacionais de CT&I, como sua divulgação pela Web, são flexíveis às decisões de cada participante da Rede SCienTI. Na origem das informações está o processo com que cada país deverá organizar seus dados nacionais.
O conjunto de sistemas, bases de dados e portais desenvolvidos no âmbito da Rede SCienTI forma a arquitectura integrada dos seguintes componentes de Fontes e Tecnologia da Informação:
O site tem um motor de busca e diferentes fontes de informação, tais como:
Bases de currículos nos países
http://www.scienti.net/php/level.php?lang=pt&component=17&item=121
SciELO
http://search.scielo.org/?q=(Ciencia%20OR%20Science)%20AND%20(Tecnologia%20OR%20Technolog$)%20AND%20(Innova$%20OR%20Inova%E7$)%20&where=ORG
O site tem três idiomas, castelhano, inglês e português.
c)Canal “euroCRIS – current Research Information Sytems “
http://www.eurocris.org/
euroCRIS
A associação de profissionais especialistas, CRIS e guardião da CERIF é dedicada à melhoria da disponibilidade de informações da investigação. Os membros euroCRIS trabalham em conjunto para melhorar a forma de utilização avançada das TIC para melhorar a disponibilidade de pesquisa de informação e qualidade - utilizando banco de dados avançado, conhecimentos, processos , interface de usuário, computação e tecnologias GRID. A euroCRIS trabalha com seus parceiros estratégicos para "espalhar a palavra 'informações sobre a investigação e a sua importância.
A euroCRIS é uma associação sem fins lucrativos e tem como objectivo ser o ponto de referência internacionalmente reconhecido por todas as questões relativas à Current Research Information Systems (CRIS).
A associação possui uma marca registada e presença na Internet (www.eurocris.org), que também fornece as informações de contacto oficial. A associação reúne especialistas no domínio da CRIS.
A euroCRIS é dedicada à melhoria da disponibilidade de informações da investigação. A associação é guardião da Comum Europeu de Informações de Investigação (CERIF). Há uma norma internacional para a CRIS, que é uma recomendação da União Europeia aos Estados-Membros. A euroCRIS estimula a aplicação do CERIF-CRIS compatível. Objectivo final é implementar todas as CRIS relevantes (relacionados) de sistemas progressivamente sobre uma plataforma GRID, a fim de obter vantagem máxima para a investigação europeia em todos os níveis.
Na realização desta missão capitaliza euroCRIS sobre a evolução internacional no domínio da ciência e da política de ciência, nomeadamente com referência ao Espaço Europeu da Investigação (ERA) e a evolução das necessidades das partes interessadas.
d) Da análise dos três sites verifiquei que são todos muito importantes para auxiliar o investigador em geral, mostrando ter solidez. São apoiados e financiados também pelos diferentes Estados intervenientes, nomeadamente o Português através do Ministério da Ciência, tecnologia e do ensino superior.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Exercício B 7
SIBUL (Sistema Integrado das Bibliotecas da Universidade de Lisboa)
http://aleph18.sibul.ul.pt/sibul/html/projecto_sibul.htm
É um projecto cooperativo, coordenado pelo Serviço de Documentação da Universidade de Lisboa (SDUL) que se propõe fomentar a partilha de recursos existentes e planos de cooperação, quer a nível das suas unidades orgânicas, quer com outras instituições.
O Projecto SIBUL assume-se como alicerce da política de informação da Universidade de Lisboa (UL), trazendo a todas as Bibliotecas da Universidade a possibilidade de usufruírem das vantagens de um sistema integrado que lhes permite rentabilizar os seus investimentos, com menor custo e eficácia acrescida.
Os objectivos do SIBUL são:
Criar e gerir o Catálogo Colectivo das bibliotecas da Universidade de Lisboa de forma a melhorar a eficácia da investigação e do ensino, aumentando os recursos disponíveis de forma imediata;
Melhorar a produção científica, potenciando o acesso da comunidade universitária às colecções bibliográficas existentes, através da informação bibliográfica e do empréstimo interbibliotecas;
Melhorar os serviços biblioteconómicos existentes e minorar os custos do tratamento documental através da partilha de recursos existentes, nomeadamente registos bibliográficos e de autoridade;
Promover planos de cooperação, serviços biblioteconómicos conjuntos, aquisição partilhada de recursos e a ligação a redes nacionais e internacionais num sector em que esta é particularmente necessária e possível de fazer;
Estabelecer políticas de desenvolvimento das colecções que evitem duplicações desnecessárias e que assegurem a existência de materiais de vital importância para a comunidade académica;
Testar e fomentar a aplicação das novas tecnologias da informação aos serviços biblioteconómicos e potenciar a formação tecnológica do pessoal que trabalha nas bibliotecas;
Colaborar noutras iniciativas que surjam no âmbito da cooperação interbibliotecas e de catálogos colectivos, especialmente ao nível universitário.
Em termos de organização, o catálogo colectivo da UL é composto por uma base de dados bibliográfica única (partilhada por todos). Com o objectivo de manter a especificidade de cada unidade cooperante no SIBUL, em termos de política de empréstimo, aquisições, utilizadores, etc., existe uma base de dados administrativa associada a cada uma. Em termos práticos, isto permite que, sobre um único registo bibliográfico (comum a várias bibliotecas), cada biblioteca registe as suas existências ou defina diferentes políticas de empréstimo.
Optou-se por uma gestão centralizada evitando, deste modo, custos consideravelmente superiores à gestão descentralizada. A Reitoria assumiu implicitamente garantir o bom funcionamento do sistema, o que implicou a criação de uma equipa residente integrando pessoal técnico e informático capaz de responder às solicitações e apoiar tecnicamente as bibliotecas cooperantes, remotamente ou in loco.
Este projecto traduz-se num verdadeiro catálogo colectivo, embora respeitando as especificidades próprias de cada biblioteca. Conta actualmente com 18 unidades orgânicas que na sua maioria, possuíam sistemas de gestão locais, cujos registos foram migrados na sua totalidade para o sistema de suporte ao catálogo colectivo. Nele se disponibilizam mais de 370000 documentos (publicações periódicas, monografias, documentos electrónicos, documentos cartográficos, etc.), o que equivale a quase meio milhão de documentos existentes e referenciados nas várias bibliotecas.
SIBUL (Sistema Integrado das Bibliotecas da Universidade de Lisboa)
http://aleph18.sibul.ul.pt/sibul/html/projecto_sibul.htm
É um projecto cooperativo, coordenado pelo Serviço de Documentação da Universidade de Lisboa (SDUL) que se propõe fomentar a partilha de recursos existentes e planos de cooperação, quer a nível das suas unidades orgânicas, quer com outras instituições.
O Projecto SIBUL assume-se como alicerce da política de informação da Universidade de Lisboa (UL), trazendo a todas as Bibliotecas da Universidade a possibilidade de usufruírem das vantagens de um sistema integrado que lhes permite rentabilizar os seus investimentos, com menor custo e eficácia acrescida.
Os objectivos do SIBUL são:
Criar e gerir o Catálogo Colectivo das bibliotecas da Universidade de Lisboa de forma a melhorar a eficácia da investigação e do ensino, aumentando os recursos disponíveis de forma imediata;
Melhorar a produção científica, potenciando o acesso da comunidade universitária às colecções bibliográficas existentes, através da informação bibliográfica e do empréstimo interbibliotecas;
Melhorar os serviços biblioteconómicos existentes e minorar os custos do tratamento documental através da partilha de recursos existentes, nomeadamente registos bibliográficos e de autoridade;
Promover planos de cooperação, serviços biblioteconómicos conjuntos, aquisição partilhada de recursos e a ligação a redes nacionais e internacionais num sector em que esta é particularmente necessária e possível de fazer;
Estabelecer políticas de desenvolvimento das colecções que evitem duplicações desnecessárias e que assegurem a existência de materiais de vital importância para a comunidade académica;
Testar e fomentar a aplicação das novas tecnologias da informação aos serviços biblioteconómicos e potenciar a formação tecnológica do pessoal que trabalha nas bibliotecas;
Colaborar noutras iniciativas que surjam no âmbito da cooperação interbibliotecas e de catálogos colectivos, especialmente ao nível universitário.
Em termos de organização, o catálogo colectivo da UL é composto por uma base de dados bibliográfica única (partilhada por todos). Com o objectivo de manter a especificidade de cada unidade cooperante no SIBUL, em termos de política de empréstimo, aquisições, utilizadores, etc., existe uma base de dados administrativa associada a cada uma. Em termos práticos, isto permite que, sobre um único registo bibliográfico (comum a várias bibliotecas), cada biblioteca registe as suas existências ou defina diferentes políticas de empréstimo.
Optou-se por uma gestão centralizada evitando, deste modo, custos consideravelmente superiores à gestão descentralizada. A Reitoria assumiu implicitamente garantir o bom funcionamento do sistema, o que implicou a criação de uma equipa residente integrando pessoal técnico e informático capaz de responder às solicitações e apoiar tecnicamente as bibliotecas cooperantes, remotamente ou in loco.
Este projecto traduz-se num verdadeiro catálogo colectivo, embora respeitando as especificidades próprias de cada biblioteca. Conta actualmente com 18 unidades orgânicas que na sua maioria, possuíam sistemas de gestão locais, cujos registos foram migrados na sua totalidade para o sistema de suporte ao catálogo colectivo. Nele se disponibilizam mais de 370000 documentos (publicações periódicas, monografias, documentos electrónicos, documentos cartográficos, etc.), o que equivale a quase meio milhão de documentos existentes e referenciados nas várias bibliotecas.
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